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Case de sucesso: como reduzimos 30% do custo de um projeto em 1 mês sem pausar a entrega

A cena que ninguém quer: “ou reduz custo, ou a gente pausa”

O cliente estava construindo uma plataforma grande para RH, com várias frentes previstas e uma visão de crescimento por fases.

Só que era começo de projeto. A base ainda estava sendo montada, validando fluxos, ajustando regras e entendendo o que realmente precisava entrar primeiro.

O problema apareceu na planilha, não no sistema.

Infraestrutura cara para o estágio atual e um custo de desenvolvimento que, somado, ameaçava a continuidade. A conversa foi direta: se não reduzisse, o projeto teria que ser pausado.

Foi nesse momento que a CodeOn foi acionada para uma análise objetiva do cenário.

O diagnóstico: o projeto estava pagando “estrutura de empresa grande” cedo demais

Quando a gente fala em infraestrutura aqui, pense em “ambientes” como casas separadas para o sistema viver.

Um ambiente para desenvolver, outro para testar, outro para demonstração, outro para algo parecido com produção. Isso faz sentido em muitos contextos, mas não em qualquer fase.

O que encontramos foi simples de explicar:

  • Recursos superdimensionados para o momento do projeto
  • Ambientes demais, com custo recorrente, sem uso real ou sem efetividade para acelerar a entrega

O desenvolvimento estava com outra software house. O foco da CodeOn não foi trocar o time, nem reabrir discussão técnica. Foi atacar o desperdício que estava drenando o orçamento.

O que foi feito

A abordagem foi de ajuste de estrutura para o estágio do projeto.

Primeiro, colocamos tudo na mesa com o cliente:

  • Quais ambientes existiam
  • Para que servia cada um
  • Quem usava, com que frequência e para qual tipo de validação
  • Quanto cada um custava por mês, na prática

Depois, levamos uma proposta objetiva para aprovação:

  • Manter apenas os ambientes que estavam sendo usados e que traziam resultado direto para o desenvolvimento
  • Desligar ou consolidar os ambientes que estavam ociosos ou redundantes

Traduzindo: em vez de “ter tudo pronto para um cenário futuro”, o projeto passou a pagar só pelo que fazia o time andar hoje.

O resultado em 30 dias

O impacto veio rápido porque o custo era recorrente.

Em aproximadamente 1 mês:

  • Redução de cerca de 30% no custo do projeto
  • O projeto não foi pausado
  • O cliente conseguiu manter o ritmo e ainda incluir novas atividades que estavam represadas

Esse tipo de resultado costuma ter um efeito colateral positivo: a empresa volta a confiar que o projeto é sustentável. Sem isso, o time vive sempre no modo “vamos ver se o orçamento aguenta”.

O que quase sempre está escondido em projetos faseados

Projetos por fases são uma boa ideia. O erro comum é começar uma fase pagando a estrutura de uma fase futura.

Alguns sinais de alerta que apareceram neste caso e são comuns no mercado:

  • Ambientes criados “para depois” e esquecidos ligados
  • Recursos contratados no pico e mantidos no vale
  • Falta de revisão mensal de custo versus estágio do projeto

Ajustar isso não é “cortar qualidade”. É adequar a estrutura à realidade do momento, com responsabilidade.

O que evitar se você está no começo de um projeto grande

Algumas armadilhas que derrubam orçamento cedo:

  • Criar ambientes demais sem um dono claro e sem critério de uso
  • Manter tudo ligado o tempo todo por comodidade
  • Tratar custo de infraestrutura como fixo inevitável, em vez de variável controlável
  • Esperar seis meses para revisar a conta, quando o estrago já está feito

Uma regra simples ajuda: se ninguém consegue explicar por que um ambiente existe e qual decisão de negócio ele suporta, ele merece revisão.

Próximo passo simples, se esse cenário parece familiar

Se você tem um projeto em fase inicial e sente que o custo está desproporcional ao que foi entregue até agora, faça uma checagem rápida:

  • Liste todos os ambientes e custos mensais
  • Pergunte quem usa cada um e para quê
  • Marque o que é essencial hoje e o que é “para depois”

Se quiser, a CodeOn faz esse diagnóstico com você de forma bem prática, olhando o que está superdimensionado e o que dá para ajustar sem travar a equipe. Em geral, é o tipo de conversa que traz clareza em poucos dias, não em meses.