5 perguntas que todo gestor deveria fazer antes de assinar com uma software house
O risco de olhar apenas para o portfólio
Muitos gestores se encantam com logotipos famosos no site de uma software house e acreditam que isso é selo de garantia. No entanto, o sucesso de uma grande empresa com aquele fornecedor não garante que o seu projeto terá a mesma atenção ou a mesma equipe.
Assinar um contrato de desenvolvimento de software é como iniciar um casamento: no papel tudo parece perfeito, mas é no dia a dia que os problemas aparecem. Se você não fizer as perguntas difíceis agora, antes do "sim", terá que lidar com as respostas amargas quando o projeto já estiver em andamento e o dinheiro investido.
O custo da omissão na contratação
Quando um gestor pula a etapa de investigação, o preço pago é a incerteza. Você pode acabar com um código que pertence à software house (e não à sua empresa), com um projeto que fica refém de um único programador que "sabe onde estão as coisas" ou, pior, com uma ferramenta impossível de ser mantida por outros profissionais no futuro. O custo de "destrocar" de parceiro no meio do caminho é, no mínimo, o dobro do valor original do projeto.
Guia de Decisão (As 5 Perguntas Essenciais)
Para separar os amadores dos profissionais, leve este checklist para sua próxima reunião comercial:
1. "De quem é o código-fonte ao final do projeto?"
Parece óbvio, mas muitos contratos omitem isso. Você deve ser o dono do que pagou para construir. Se a software house disser que o código é dela e você paga apenas uma "licença de uso", você está alugando uma solução, não construindo um ativo. Na CodeOn, acreditamos que o que é do cliente, é do cliente.
2. "Como vocês garantem que o projeto não vai parar se um desenvolvedor sair?"
Software houses que dependem de "heróis" são um risco. Pergunte sobre o processo de documentação e se existe revisão de código entre a equipe. Um parceiro maduro garante que a inteligência do projeto está na empresa, não apenas na cabeça de uma pessoa.
3. "Como acompanharei o que está sendo gasto e o que foi entregue?"
Fuja de respostas vagas como "mandamos um relatório mensal". Exija saber se haverá reuniões de demonstração (sprints) e se você terá acesso ao ambiente de testes para ver o software ganhando vida em tempo real.
4. "Qual é o plano para quando o sistema der erro após o lançamento?"
Todo software pode apresentar falhas. A pergunta é: qual a velocidade da resposta? Peça para ver como funciona o suporte e quais são os tempos de resposta (SLA) para erros críticos que param a sua operação.
5. "Vocês já resolveram um problema de negócio similar ao meu?"
Não pergunte se eles sabem "programar em tal linguagem". Pergunte se eles entendem o seu setor. Ter experiência em logística, por exemplo, é mais importante do que saber a tecnologia da moda, pois o parceiro já conhece as "pegadinhas" do seu mercado.
O que evitar: O preço excessivamente baixo
Se uma proposta está 40% abaixo de todas as outras, desconfie. Geralmente, isso significa que o fornecedor não entendeu a complexidade ou que pretende economizar em testes e segurança. Em tecnologia, o barato costuma gerar um "legado" caro de consertar.
Próximos passos práticos
Antes de assinar qualquer contrato, peça uma cópia da minuta e leia com atenção as cláusulas de propriedade intelectual e rescisão. Se você quer uma empresa que responda a essas cinco perguntas com transparência e segurança jurídica, a CodeOn está de portas abertas.
Podemos fazer uma reunião rápida para você nos "testar" com essas mesmas perguntas. Nossa meta não é apenas entregar código, mas garantir que você durma tranquilo sabendo que seu investimento está seguro.